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PEÇA POP ART

PEÇAS POP ART - MEL RAMOS



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POP ART e Propaganda








Um dos cinco temas pintados para propaganda
do sabão Omo
A Pop-Art é um estilo artístico que surgiu no final dos anos 50 e está baseado no reprocessamento de imagens populares e de consumo, estando intimamente ligado ao trabalho publicitário.

No Brasil, encontrou seu maior expoente em Romero Britto, que afirma já haver pintado 5.000 telas, espalhadas por 70 países.

PEÇAS

.Another Kiss (Outro beijo)

Alegres e coloridas, as telas de Romero Britto decoram a casa de dezenas de celebridades. A lista é variada: de Arnold Schwarzenegger e Madonna a Bill Clinton, Carlos Menem e Ted Kennedy; de Andre Agassi e Michael Jordan a Xuxa e Paloma — esta, filha de Pablo Picasso. Seus quadros são vendidos por até US$ 120 mil.

Mais bem-sucedido no Exterior, Britto tem investido em outras áreas. Já criou peças publicitárias para Pepsi-Cola, Disney, IBM e Apple. Sua obra vem sendo usada em embalagens, na moda e até em carros.

Dono de um traço quase infantil, Britto produz pinturas a óleo explorando formas geométricas ou figuras de sua preferência, como corações ou animais, sempre com cores vivíssimas. Faz sucesso justamente porque sua obra dá vida a qualquer espaço ou objeto.

Best Buddies (Grandes companheiros)


Romero Britto tornou-se conhecido quando o executivo de uma marca de vodca teve a idéia de transportar suas imagens para uma peça publicitária.

"Foi meu pulo-do-gato", lembra o pernambucano de 38 anos que, em 1990, foi passar férias na casa de um amigo em Miami e acabou ficando por lá.

No começo, vendia as telas na rua, exatamente como fazia no Recife. Veiculado em 63 revistas, o anúncio abriu as portas para Britto. Operário e operoso, estima ter pintado 5 mil telas, que são vendidas em 70 países.

Hoje em dia, 80% de seu trabalho é encomendado: de retratos das cantoras Gloria Estefan e Whitney Houston a selos para as Nações Unidas. Cobra de 8% a 15% nos contratos de licenciamento, com os quais faturou, no último ano, US$ 2 milhões.

Casado com uma americana, pai de um adolescente de 14 anos, Britto sente-se em casa nos Estados Unidos. Tanto é que foi o único artista brasileiro a participar da Cow Parade, evento que, em 2000, espalhou 500 esculturas de vacas em tamanho natural nas ruas de Nova York.

Mother and Child (Maternidade)


O trabalho de Romero Britto é puro entretenimento. É por isso que faz sucesso em propaganda", afirma Lourenzo Mammi, professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo.

"Ele pinta quadros divertidos, mas sem nenhuma expressão artística. É um ilustrador", detona Agnaldo Faria, curador da Bienal de Arte de São Paulo. "Jamais faria parte de uma mostra como a Bienal, porque não leva as pessoas a pensar, como é o objetivo de qualquer trabalho artístico."

Dono de galerias no Brasil e nos EUA, o artista abriu recentemente um restaurante temático em Miami. O mote, claro, são suas obras.

fonte: http://www.pitoresco.com.br/espelho/valeapena/romerobrito/romerobrito.htm

Publicidade e Arte – Interfaces: Arte e Publicidade Pop















ótimo artigo sobre Pop Arte e Propaganda, para os publciitários que estiverem estudando a área, vale a pena conferir.

Resumo
O presente artigo propõe-se a discutir as possíveis interfaces existentes entre arte e publicidade e qual a relação existente entre ambas. Tem como objeto de estudo a Arte Pop e a publicidade desenvolvida entre os anos 1950 e 1960, a partir da analise comparativa de duas obras da arte pop e duas peças de propaganda. Nossa intenção foi trazer à cena uma averiguação sobre a possibilidade de afirmar que dois conceitos que em um primeiro momento parecem antagônicos, a saber, arte e publicidade, podem relacionar-se e por fim, indagar se a publicidade, que por natureza prega o consumo, reagiu a um movimento artístico cujo princípio era o questionamento acerca do consumo desenfreado.
Palavras-chave: Arte; Publicidade; Arte Pop; Persuasão; Leitura de imagem.

clique aqui, para ler o artigo.

Pop arte: marketing de massa

Pop Art: marketing de massa

O Pop Art desenvolveu-se lá pela década de 50, nascendo simultaneamente na Inglaterra e Estados Unidos, pregando “valores” de contestação da sociedade do consumo - uma forma de “lutar” pela preservação dos valores da cultura popular. Após estudar os símbolos e produtos e pessoas (leia-se celebridades) do mundo da propaganda (sobretudo os que eram provenientes dos Estados Unidos), passaram a transformá-los em tema de suas obras. Este conceito espalhou-se mundo afora, influenciando inclusive artistas brasileiros, que “adaptaram” à realidade nacional, mostrando o dia-a-dia do homem na multidão, bem como sua solidão intrínseca. É o que eles chamavam de "pegar o espectador pelo pescoço e fazê-lo pensar".

Andy Warhol é considerado o pai da Arte Pop. Após a Segunda Guerra Mundial, o mundo experimentou mudanças econômicas poderosas que repercutiram no comportamento das pessoas. O tema central de Andy foi o retrato, principalmente de personalidades famosas do cinema e da política.

A Arte Pop reflete um estilo de vida que cresceu depois da guerra. Garrafas de Coca-Cola, latas de sopa, escovas de dente, objetos do cotidiano, tudo foi retratado por Andy na forma de uma pintura com cores carregadas e nem sempre realistas, apresentando esses produtos vulgares como arte. Retratando figuras com Marylin Monroe, Elvis Presley, Che Guevara, Mao-Tse-Tung e outros, tornou-se ele também um ícone dessa cultura de massa.


Celebridades


A arte inspirada na publicidade - marca de uma época

Uma das principais e marcantes características do Por Art é a sua aproximação com as massas, uma espécie de busca por apoio, mas também a busca por repertório, pois, para criticar o consumo da elite, era necessário criar um repertório típico das massas, alinhado com sua cultura, seu perfil de consumo e suas histórias – o futebol é um dos temas mais presentes no Brasil, bem como outras manifestações coletivas, como o carnaval e até meios de transporte de massa, como ônibus e metrô.


Série Futebol 3, 1966- José Roberto Aguilar

Era o começo de uma integração de classes?

Jamais, mas promoveram uma espécie de inclusão das massas em um novo estágio; muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmistificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.

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Quem somos

Sou aluna de publicidade e propaganda da Faculdade Integrada do Ceará no 7º semestre, Sou Web Designer e Designer Gráfico, trabalho com a aréa de eventos. Estudo muito sobre mobile marketing e midias digitais, por isso fiz esse blog, para quem gosta da área.

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